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O impacto dos sistemas de significado cultural no desenvolvimento da explicação social cotidiana é explorado em uma investigação transcultural realizada entre adultos e crianças indianos e americanos (idades de 8, 11 e 15 anos). Demonstra-se que em idades mais avançadas, os americanos fazem maior referência a disposições gerais e menor referência a fatores contextuais na explicação do que os hindus. Referências a disposições gerais também apresentam um aumento muito maior no desenvolvimento entre os americanos do que entre os hindus, enquanto referências a fatores contextuais mostram o padrão oposto de mudança desenvolvimental. Evidências sugerem que essas diferenças transculturais e desenvolvimentais resultam de concepções culturais contrastantes da pessoa adquiridas ao longo do desenvolvimento nas duas culturas, em vez de diferenças cognitivas, experiencial ou informacional entre os atribuintes. A discussão foca nas implicações teóricas de tal demonstração para entender: (a) a importância de integrar considerações semânticas com estruturais nas teorias de atribuição social, (b) a necessidade de desenvolver estruturas nbnteleológicas para interpretar a diversidade etária e cultural na conceitualização, e (c) o papel da com-cultural.
Joan G. Miller (Sun,) estudou esta questão.
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