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As premissas examinadas nesta investigação longitudinal foram que características comportamentais específicas colocam as crianças em risco de desajuste relacional em ambientes escolares e que múltiplos riscos comportamentais predispondo as crianças às dificuldades mais severas e prolongadas. Crianças agressivas, retraídas e agressivas/retraídas foram comparadas a grupos normativos e de controle pareados quanto a atributos de relacionamento com professores e colegas, solidão e satisfação social desde o jardim de infância (M idade = 5 anos, 7 meses; n = 250) até o 2º ano (M idade = 8,1; n = 242). O comportamento retraído das crianças não foi nem altamente estável nem preditivo de dificuldades relacionais, pois suas trajetórias se assemelharam à norma, exceto por relacionamentos inicialmente menos próximos e mais dependentes com os professores. O comportamento agressivo foi bastante estável e associado a dificuldades emergentes precoces e sustentadas, incluindo baixa aceitação pelos colegas e relacionamentos conflituosos entre professores e crianças. Crianças agressivas/retraídas evidenciaram as maiores dificuldades: em comparação com crianças do grupo normativo, elas eram consistentemente mais solitárias, insatisfeitas, sem amigos, não apreciadas, vitimizadas e propensas a ter relacionamentos mal adaptativos com os professores. Os achados são discutidos com respeito ao desenvolvimento recente em duas literaturas proeminentes: crianças em risco e desenvolvimento relacional precoce.
Ladd et al. (Qui,) estudaram essa questão.