Key points are not available for this paper at this time.
Dois polimorfos cristalinos de um fluoróforo orgânico conjugado foram obtidos por meio de protocolos sintéticos separados, apesar de cristalizarem sob condições idênticas. Os polimorfos únicos foram confirmados por difração de raios-X com cristal único. Os dois polimorfos apresentaram empacotamento supramolecular marcadamente diferente. Assim, o polimorfo A foi estabilizado por interações direcionais C–H···N/S com sobreposição π limitada, enquanto o polimorfo B se organizou em pilhas estendidas π–π e uma rede mais densa com contatos curtos. Essas diferenças estruturais resultaram em fotofísica distinta. De fato, o rendimento quântico de emissão (Φfl) do Polimorfo B foi 4 vezes menor, juntamente com cinética de estado excitado multiexponencial em comparação com o Polimorfo A, além de um deslocamento azul de 38 nm na emissão. O polimorfo metastável B poderia ser convertido no Polimorfo A termodinamicamente estável por meio da moagem do cristal pristino. Tanto os contatos intramoleculares quanto os supramoleculares poderiam ser aproveitados para orientar o empacotamento cristalino para modular as propriedades emissivas dos fluoróforos intrínsecos.
Ortiz et al. (Ter,) estudaram essa questão.