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Neste famoso e provocador marco da literatura feminista, Susan Griffin explora a identificação das mulheres com a terra - tanto como sustento para a humanidade quanto como vítima da fúria masculina. Começando pela fatídica divisão do mundo em espírito e matéria de Platão, sua análise de como a filosofia e a religião patriarcais ocidentais usaram a linguagem e a ciência para reforçar seu poder sobre mulheres e natureza é brilhante e persuasiva, ganhando vida em prosa poética. Griffin se apoia em uma gama surpreendente de fontes - desde manuais de madeira a textos médicos, passando pela Escritura e literatura clássica - para mostrar quão destrutivo tem sido o impulso de desincorporar a alma humana e como aquilo que foi longamente separado pode uma vez mais ser reunido. A poeta Adrienne Rich chama Mulher e Natureza talvez a obra de não-ficção mais extraordinária que emergiu da matriz da consciência feminina contemporânea - uma fusão de ciência patriarcal, ecologia, história feminina e feminismo, escrita por uma poeta que criou uma nova forma para sua visão. ...O livro tem o impacto de um grande filme ou um afresco; no entanto, é intimamente pessoal, tocando a essência da experiência feminina.
Scheppele et al. (Mon,) estudaram esta questão.