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FUNDAMENTOS: Investigações atuais sugerem que a substância branca do cérebro pode estar qualitativamente alterada na esquizofrenia, mesmo na presença de um volume normal de substância branca. A imagem por tensor de difusão fornece uma nova abordagem para quantificar a coerência direcional e possivelmente a conectividade das fibras de substância branca in vivo. MÉTODOS: Dez homens veteranos das Forças Armadas dos EUA que atendiam aos critérios do DSM-IV para esquizofrenia e 10 homens controles saudáveis, pareados por idade, foram escaneados usando imagem por tensor de difusão por ressonância magnética e imagem estrutural por ressonância magnética. RESULTADOS: Em relação aos controles, os pacientes com esquizofrenia apresentaram menor anisotropia na substância branca, apesar da ausência de um déficit de volume de substância branca. Em contraste com o padrão de substância branca, a anisotropia da substância cinza não diferenciou os grupos, embora os pacientes com esquizofrenia tivessem um déficit significativo de volume de substância cinza. A anisotropia anormal da substância branca nos pacientes com esquizofrenia estava presente em ambos os hemisférios e era amplamente disseminada, estendendo-se das regiões frontais até as occipitais do cérebro. CONCLUSÕES: Apesar do pequeno tamanho da amostra, a imagem por tensor de difusão foi poderosa o suficiente para revelar diferenças significativas entre os grupos, indicando uma alteração generalizada na integridade da substância branca do cérebro, mas não necessariamente no volume da substância branca na esquizofrenia.
Lim et al. (Qui,) estudaram essa questão.