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Os primeiros resultados da eletrofiação de nanofibras de fibrinogênio para uso como um suporte de engenharia de tecidos, curativo ou bandagem hemostática são relatados. Estruturas compostas por fibras de fibrinogênio com diâmetro médio de 80−700 nm foram eletrofidas a partir de soluções compostas pela fração I do fibrinogênio humano ou bovino dissolvido em 1,1,1,3,3,3-hexafluoro-2-propanol e meio mínimo essencial (sais de Earle). Em resumo, o processo de eletrofiação é uma técnica simples e eficiente para a fabricação de estruturas 3D compostas por fibras de fibrinogênio, como estariam presentes no ambiente fisiológico.
Wnek et al. (Terça,) estudaram essa questão.