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A indução de enzimas da Fase 2 é uma estratégia eficaz e suficiente para alcançar proteção contra os efeitos tóxicos e neoplásicos de muitos carcinógenos. Propõe-se que o conceito de enzimas da Fase 2, que são responsáveis apenas pela conjugação de xenobióticos funcionalizados com ligantes celulares endógenos, como glutationa (glutationa S-transferases) e ácido glucurônico (UDP-glucuronosiltransferases), seja expandido para incluir proteínas com as seguintes características comuns: (a) indução coordenada por uma ampla gama de agentes químicos que têm a capacidade de reagir com grupos tiol; (b) possível regulação por elementos promotores comuns; e (c) catálise de reações que levam a uma proteção abrangente contra toxicidades de eletrófilos e oxigênio reativo, por uma ampla variedade de mecanismos. Esses mecanismos incluem: conjugação com ligantes endógenos, modificação química de características reativas de moléculas que podem danificar o DNA e outras macromoléculas, e geração ou aumento de antioxidantes celulares. Além das enzimas conjugadoras acima mencionadas, uma lista provisória e parcial de proteínas da Fase 2 pode incluir: NAD(P)H:quinona redutase, epóxido hidrolase, diidrodiol desidrogenase, sintase de gama-glutamilcisteína, heme oxigenase-1, desidrogenase de leucotrieno B4, desidrogenase de aflatoxina B1 e ferritina.
Paul Talalay (Sat,) estudou essa questão.
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