Key points are not available for this paper at this time.
A TABELA 1 apresenta uma tipologia de coletividades. No Gráfico 1, esses mesmos tipos estão organizados em uma classificação cruzada que especifica suas propriedades definidoras. Posso commend essa classificação, não com base em ser completa ou formalmente elegante, mas, em vez disso, por ter crescido a partir do trabalho em diversos problemas, por ser bastante geral em concepção e por correlacionar bem com variáveis importantes. O esquema analítico que subjaz a essa tipologia se desenvolveu com o uso. Quero caracterizar esse esquema de forma mais completa do que foi possível em suas etapas iniciais. Então, considerarei duas questões adicionais: Como esse tipo de classificação se relaciona com outras maneiras de olhar para coletividades; qual, em geral, é o alcance de seu poder de ordenar observações? Começo relatar correlações ilustrativas a fim de estabelecer a desejabilidade de empreender a explicação teórica contida neste documento. Podemos chegar a essas correlações ilustrativas usando as letras minúsculas na segunda coluna da Tabela 1. A primeira ilustração usará a letra a, que aparece ao lado da heteronomia individuada e certos outros tipos, e a letra b, que aparece ao lado do comensalismo e do centralismo simples. Child et al. (1958) analisaram contos populares a partir de uma amostra de 54 sociedades primitivas, atribuindo a cada sociedade uma pontuação sobre o grau em que o tema de está presente nessas histórias, (Eles seguem McClelland e seus associados (1953: 110-114) na definição de necessidade de realização como a necessidade de ter sucesso em competição com um padrão de excelência). McClelland (1961:66) mostra que há uma relação positiva (p-< .02) entre as pontuações dessas sociedades sobre a necessidade de realização e a presença nelas de empreendedores em tempo integral. Eu tive a oportunidade de classificar 26 das mesmas sociedades de acordo com a tipologia dada na Tabela 1. Por razões relatadas posteriormente neste documento, decidi ver se havia alguma relação entre essa classificação e as pontuações das sociedades sobre a necessidade de realização. Como o Gráfico 2 indica, existe tal relação. Os tipos de sociedade indexados na Tabela 1 pela letra a são mais propensos do que outros a ter uma alta pontuação. O valor do qui-quadrado para essa comparação é 12,32. (O qui-quadrado foi computado pelo método de máxima verossimilhança: df=2, p=<.01, C= .57.) Agora compare os tipos de coletividades que possuem a letra c com aqueles indexados pela letra d. Essas notas nos guiam para os resultados no Gráfico 3. Slater e Slater (1965) codificaram 90 sociedades primitivas em busca de sinais de narcisismo masculino e então realizaram análise de fatores centroids nos índices resultantes. Eles acreditam que seu primeiro fator (o primeiro de dois) é representativo de todo o padrão de narcisismo contido em seus índices. Os principais ingredientes desse fator são índices de ostentação e exibição pessoal. Eu codifiquei 38 de suas 90 sociedades para outro propósito, usando as categorias na Tabela 1.
Guy E. Swanson (Sun,) estudou essa questão.