Key points are not available for this paper at this time.
Este artigo é uma revisão analítica de estudos que comparam reações ao estresse em situações ameaçadoras nas quais a pessoa pode ou não agir. Os estudos revisados foram conduzidos principalmente em situações da vida real e envolveram diversas formas de atividades de enfrentamento sob várias condições de perigo e sofrimento. Para alcançar uma melhor compreensão do efeito da atividade nas reações ao estresse, várias distinções são feitas: entre vários tipos de reações ao estresse; entre vários índices e medições de reações ao estresse; entre a atividade diretamente relacionada à fonte de ameaça e a atividade que não é; e entre várias dimensões de personalidade. O potencial adaptativo da atividade em situações estressantes é discutido em termos de: o senso de domínio e controle proporcionado pela atividade; a atividade como um meio de desvio da atenção; e a atividade como um meio de descarregar a energia gerada pela mobilização. Sugere-se que agir em condições estressantes, em oposição a permanecer passivo, é uma poderosa ferramenta de enfrentamento.
Gal et al. (Mon,) estudaram esta questão.
Synapse has enriched 5 closely related papers on similar clinical questions. Consider them for comparative context: