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Resumo Este ensaio examina três abordagens históricas recentes sobre a economia política da relativa estagnação econômica da América Latina. Todas as três situam as origens do subdesenvolvimento contemporâneo em instituições coloniais defeituosas ligadas à desigualdade. A visão contrastante aqui oferecida afirma a importância das restrições institucionais, mas argumenta que elas não surgiram das desigualdades coloniais, mas da adaptação de práticas ibéricas às colônias americanas em condições de fraqueza imperial. A desigualdade colonial variava ao longo das Américas; embora não estivesse correlacionada com o desempenho econômico colonial, foi importante porque determinou a extensão da resistência das elites à modernização institucional após a independência. O início do crescimento econômico em meados e finais do século XIX trouxe elites econômicas ao poder político, mas excluir maiorias à medida que a desigualdade aumentava restringiu as taxas de crescimento do século XX na região e impediu a convergência.
John Coatsworth (qui,) estudou essa questão.
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