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Neste artigo, um pesquisador e colaborador apresentam histórias sobre a sobrevivência do segundo autor durante o Holocausto. Eles propõem que sua abordagem de testemunho colaborativo é uma forma de "autoetnografia relacional" que permite aos pesquisadores focar e contar de forma evocativa a vida dos outros em histórias compartilhadas e conversas. Os autores abordam os benefícios e complicações do testemunho colaborativo e como isso estende uma perspectiva autoetnográfica ao enfatizar a escrita para e com o outro, ouvindo e trabalhando juntos com cuidado e compaixão, e dando testemunho aos outros, bem como a si mesmo.
Ellis et al. (Mon,) estudaram esta questão.