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Por que o século vinte testemunhou um genocídio organizado sem precedentes? Podemos aprender por que o genocídio é perpetrado comparando diferentes casos de genocídio? O Holocausto é único ou compartilha causas e características com outros casos de assassinatos em massa patrocinados pelo estado? O genocídio pode ser prevenido? Misturando uma narrativa envolvente com uma análise incisiva, Eric Weitz investiga quatro das principais erupções de genocídio do século vinte: a União Soviética sob Stalin, a Alemanha Nazista, o Camboja sob o Khmer Vermelho e a antiga Iugoslávia. Baseando-se em fontes históricas, bem como em registros de julgamentos, memórias, romances e poemas, Weitz explica a prevalência do genocídio no século vinte e mostra como e por que se tornou tão sistemático e mortal. Weitz retrata a brutalidade ardente de cada genocídio e traça suas origens de volta àquelas categorias mais poderosas do mundo moderno: raça e nação. Ele demonstra como, em cada um dos casos, um estado forte que busca a utopia promoveu uma mistura particular de ideologias nacionais e raciais extremas. Em momentos de intensa crise, esses estados miraram certos grupos nacionais e raciais, acreditando que apenas a aniquilação desses 'inimigos' permitiria ao grupo dominante florescer. E em cada caso, grandes segmentos da população foram atraídos a participar das ações muitas vezes ritualísticas que destruíam seus vizinhos. Este livro oferece alguns dos relatos mais absorventes já escritos sobre as purgas populacionais que ficam para sempre associadas aos nomes de Stalin, Hitler, Pol Pot e Milosevic. Uma comparação controversa e ricamente texturizada desses quatro casos modernos, identifica as forças sociais e políticas que produzem genocídio.
A Mon, estudo estudou esta questão.