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OBJETIVO: Quantificar a prevalência e os efeitos de atividades distrativas enquanto se dirige. DESENHO: Pesquisa transversal com motoristas. LOCAL: Nova Gales do Sul e Austrália Ocidental, Austrália. PARTICIPANTES: 1347 motoristas licenciados com idades entre 18 e 65 anos. Os dados foram ponderados para refletir a população de motoristas correspondente. PRINCIPAIS MEDIDAS DE RESULTADO: Prevalência de atividades distrativas enquanto se dirige; riscos percebidos e resultados adversos devido a distrações. RESULTADOS: As atividades distrativas mais comuns durante a viagem de carro mais recente foram a falta de concentração (porcentagem ponderada (erro padrão, EP) 71,8% (1,4%) dos motoristas); ajustar equipamentos dentro do veículo (68,7% (1,5%)); pessoas, objetos ou eventos externos (57,8% (1,6%)); e conversar com passageiros (39,8% (1,6%)). Em média, um motorista se envolveu em uma atividade distrativa uma vez a cada seis minutos. Uma em cada cinco colisões (21%) nos últimos três anos, envolvendo um em cada 20 motoristas (5,0% (0,7%)), foi atribuída à distração do motorista com base no auto-relato. Na população em estudo, isso equivaleu a 242.188 (EP 34.417) motoristas. Motoristas mais jovens (18-30 anos) eram significativamente mais propensos a relatar atividades distrativas, a perceber atividades distrativas como menos perigosas e a ter se acidentado como resultado. CONCLUSÕES: Atividades distrativas enquanto se dirige são comuns e podem resultar em erros de condução. A distração do motorista é uma causa importante de colisões. Pesquisas adicionais são necessárias para estimar o risco conferido por diferentes atividades distrativas e as circunstâncias em que essas atividades representam o maior risco. Estes resultados sugerem que uma estratégia para minimizar atividades distrativas enquanto se dirige, com foco em motoristas jovens, é indicada.
McEvoy et al. (Ter,) estudaram essa questão.
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