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O envolvimento de Keith Johnstone com o teatro começou quando George Devine e Tony Richardson, diretores artísticos do Royal Court Theatre, encomendaram uma peça dele. Este foi o ano de Look Back in Anger em 1956. Alguns anos depois, ele próprio foi Diretor Artístico Associado, ajudando especialmente a dirigir o grupo de escritores. As técnicas e exercícios desenvolvidos lá para fomentar a espontaneidade e as habilidades narrativas foram aprimorados ainda mais no estúdio de atores, depois em demonstrações para escolas e faculdades, e, finalmente, na fundação de uma companhia de performers chamada The Theatre Machine. Dividido em quatro seções, Status, Espontaneidade, Habilidades Narrativas e Máscaras e Transe, organizadas mais ou menos na ordem em que um grupo pode abordá-las, o livro apresenta as técnicas e exercícios específicos que Johnstone considerou mais úteis e mais estimulantes. O resultado é uma exploração fascinante da natureza da criatividade espontânea. Se os professores fossem honrados no teatro britânico ao lado de diretores, designers e dramaturgos, Keith Johnstone seria um nome tão familiar quanto os de Jocelyn Herbert, Edward Bond e outros jovens talentos que foram atraídos para o grande ímã do Royal Court Theatre no final da década de 1950. Como chefe do departamento de roteiro, Johnstone desempenhou um papel crucial no desenvolvimento do 'teatro dos escritores' (Irving Wardle).
Pertalion et al. (Mon,) estudaram esta questão.