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Resumo Anúncios de caridade frequentemente exibem fotografias das pessoas que ajudam para evocar o tipo de simpatia que gera doação. Este artigo examina como a expressão de emoção no rosto de uma vítima afeta tanto a simpatia quanto a doação. Baseando-se em teorias de contágio emocional e simpatia, os autores propõem que (1) as pessoas "pegam" as emoções exibidas no rosto de uma vítima e (2) são especialmente simpáticas e propensas a doar quando veem expressões tristes em comparação com expressões felizes ou neutras. Consistente com o contágio emocional, os participantes se sentiram mais tristes ao ver uma vítima com rosto triste, e sua própria tristeza mediou o efeito da expressão emocional na simpatia. Efeitos de contágio são automáticos e não inferenciais, mas são diminuídos pelo pensamento deliberativo. Os autores discutem as implicações do uso de expressões emocionais sutis em apelos de caridade e outros marketing.
Small et al. (Sun,) estudaram esta questão.