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Em 20 de abril de 2010, a Universidade Estadual do Arizona (ASU) concordou em pagar 700.000 a 41 membros da tribo indígena Havasupai para resolver reivindicações legais de que pesquisadores da universidade usaram inadequadamente amostras de sangue dos membros da tribo em pesquisas genéticas. 1 O acordo encerra um capítulo difícil para ambas as partes, mas deixa em aberto uma questão inquietante para a pesquisa genética: O que constitui consentimento informado adequado para biosspecimens coletadas para pesquisa serem armazenadas e utilizadas em estudos futuros, possivelmente não relacionados? O caso ilumina os valores em conflito que têm impulsionado o debate nesta área e a importância de entender as perspectivas da população do estudo. O processo Havasupai surgiu...
Mello et al. (Sex,) estudaram essa questão.