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Para explicar a persistência extremamente longa (mais de 500 anos) de experiências históricas positivas de cooperação (Putnam 1993), modelamos a transmissão intergeracional de crenças sobre a confiabilidade dos outros. Mostramos que essa transmissão tende a ser enviesada em direção a crenças excessivamente conservadoras. Como resultado, as sociedades podem ficar presas em um equilíbrio de baixa confiança. Nesse contexto, um choque temporário no retorno à confiança pode ter um efeito permanente no nível de confiança. Validamos o modelo testando suas previsões com os dados da World Values Survey e do German Socio Economic Panel. Também apresentamos algumas evidências anedóticas de que essas crenças estão refletidas em romances que se originam em diferentes partes do país. (JEL: 04,
Guiso et al. (Terça,) estudaram essa questão.
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