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Um meio ideal para estudos metabólicos manteria células musculares lisas vasculares cultivadas em um estado quiescente e viável, como estão nas artérias normais in vivo, e seria quimicamente definido para que as concentrações de hormônios e nutrientes pudessem ser manipuladas com precisão. Em meios livres de soro não suplementados, essas culturas perdem proteína e DNA, indicando viabilidade comprometida. A adição de concentrações maximizadas de insulina (10(-6) M) e transferrina (5 microgramas/ml) previne a perda de DNA e produz um equilíbrio proteico quase neutro. A adição adicional de ácido ascórbico (10(-4) M) realmente promove o ganho líquido de proteína com pouco ou nenhum aumento em DNA. O ascórbato aumentou consistentemente a síntese de proteínas não colágenas por células musculares lisas da aorta cultivadas. Esta ação inovadora da vitamina não requer insulina, mas é aditiva ao efeito desse hormônio, e foi produzida por isoascorbato, mas não por uma variedade de outros agentes redutores. Assim, células musculares lisas vasculares podem ser mantidas em um estado quiescente, mas não catabólico, em meios de cultura quimicamente definidos simples. Esta descoberta deve facilitar estudos sobre os efeitos de nutrientes e hormônios no metabolismo dessas células em condições que se assemelham àquelas na artéria normal in vivo. Essa abordagem também pode se mostrar valiosa para a cultura de outros tipos celulares diferenciados que não costumam se dividir no organismo intacto.
Libby et al. (Sun,) estudaram essa questão.