A Estrutura Regulatória Estrutural (ERS) propõe um modelo dimensional de regulação psicológica humana organizado em torno de duas dimensões de capacidade interativas distintas — Capacidade de Regulação Interna (CRI) e Flexibilidade Estrutural (FE) — e uma variável de processo dinâmica, Latência de Externalização da Regulação (LER). A CRI descreve a capacidade máxima de manter a coerência regulatória internamente sob ativação não resolvida. A FE descreve a capacidade de sustentar tensão, contradição e contato com a realidade enquanto transita entre estratégias regulatórias sem fragmentação ou rigidez. A LER mede o intervalo de tempo entre a ativação não resolvida e a iniciação do comportamento regulatório externo. A estrutura também propõe vetores de externalização — canais direcionais através dos quais a regulação externa opera — e distingue níveis estruturais nos quais a regulação se organiza (estado, estratégia, arquitetura, capacidade). Baseando-se na teoria do apego, regulação afetiva e pesquisa de diferenciação do self, a estrutura tenta expandir constructos existentes ao introduzir a LER como uma variável de processo dinâmica que pode capturar a variância na organização da regulação não totalmente medida por medidas existentes de apego, tolerância ao sofrimento ou diferenciação. Essa afirmação permanece hipotética e requer testes empíricos. Este artigo introduz a arquitetura conceitual, propõe definições operacionais, delineia hipóteses testáveis e reconhece limitações substanciais que requerem validação empírica.
Jani Halmetoja (sex,) estudou esta questão.