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A luta pelos direitos civis entre os americanos negros se trasladou para a urna. Como essa mudança ocorreu - e o que isso significa - é revelado nesta reflexão sobre a política presidencial negra nos últimos anos. Desde 1984, em grande parte como resultado da candidatura presidencial de Jesse Jackson, os negros foram galvanizados politicamente. Com base em uma substancial pesquisa nacional de eleitores negros, Katherine Tate mostra como esse processo se manifestou nas urnas em 1984 e 1988. Em uma análise do voto presidencial negro por região, renda, idade e gênero, ela consegue identificar aspectos únicos da experiência negra que moldam o comportamento político e responder a perguntas de longa data sobre esse comportamento. Como, por exemplo, a ascensão do conservadorismo entre os negros influencia seus padrões de votação? A classe é mais poderosa que a raça na determinação do voto? E qual é o valor da noção de um partido político negro? Nos anos 1990, Tate sugere que organizações negras continuarão a enfatizar os direitos civis em vez do desenvolvimento econômico por uma razão clara e convincente: a resistência republicana em atender às necessidades negras. Nisso, e na fricção gerada pela ação afirmativa, ela encontra uma explicação para a diminuição do voto negro. No entanto, Tate não vê os negros abandonando o jogo político. Em vez disso, ela prevê sua contínua busca por líderes que prefiram a urna a outros tipos de protesto, e por homens e mulheres que possam oferecer programas políticos de igualdade racial.
Sigelman et al. (Sun,) estudaram essa questão.