Key points are not available for this paper at this time.
A estimulação auditiva rítmica (EAR) foi estudada em um design de sincronização de frequência e como um estímulo terapêutico para facilitar padrões de marcha em 8 indivíduos com lesão cerebral traumática (5 homens/3 mulheres; idade média 30 +/- 5 anos) com distúrbio de marcha persistente, de 4 a 24 meses pós-lesão. Durante a sincronização, com a frequência da EAR ajustada à cadência de baseline, a velocidade e a simetria do passo aumentaram em média 18%. Aumentos que contribuíram para a melhoria da velocidade foram observados tanto no comprimento do passo (7%) quanto na cadência (8%). Com a EAR acelerada em 5% sobre a taxa de passos de caminhada rápida dos pacientes, 5 pacientes puderam sincronizar para uma frequência de passos mais alta. Os 2 pacientes com a velocidade de marcha de baseline mais lenta não puderam sincronizar para frequências de EAR mais rápidas. Após 5 semanas de treinamento diário com EAR, a velocidade média de 5 pacientes aumentou significativamente (p </=.05) em 51% (de 38,8 m/min para 57,6 m/min; p </=.43). A cadência (+16%) e o comprimento do passo (+29%) também mostraram uma melhoria estatisticamente significativa. A simetria do passo melhorou de forma não significativa em 12%.
Hurt et al. (Ter,) estudaram esta questão.