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Este artigo desenvolve um conceito discursivo-pragmático a partir da teoria da geração de Mannheim, especialmente da sua ideia de geração como uma atualidade que enfatiza o contexto cognitivo coletivo ou horizonte de uma geração. O autor também discute a emergência de tal contexto cognitivo como dependente de uma coincidência de diferentes perspectivas temporais, que são tempos biográficos, históricos e geracionais. Para explicitar a prática discursiva das gerações, são introduzidos os conceitos de `tempo histórico' (Robinson), `semântica histórica' (Luhmann) e `círculos culturais'. O autor elabora uma compreensão do `problema da geração' que deve levar a investigações empíricas sobre este tema usando métodos de pesquisa interpretativos e reconstrutivos.
Michael Corsten (Quarta-feira) estudou esta questão.