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O estudo examinou o processo Pygmalion para criatividade entre 140 funcionários de P&D. Os resultados geralmente apoiaram o modelo Pygmalion. Supervisores que mantinham expectativas mais altas para a criatividade dos funcionários foram percebidos pelos funcionários como se comportando de maneira mais favorável à criatividade. Os efeitos desses comportamentos sobre a autoeficácia criativa dos funcionários foram mediadas pela visão dos funcionários sobre as expectativas de criatividade. A autoeficácia criativa mediou os efeitos das expectativas do supervisor, dos comportamentos do supervisor e da visão do funcionário, sobre o desempenho criativo. Implicações para a teoria e a prática são discutidas.
Tierney et al. (Quint,) estudaram essa questão.