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Objetivo Pesquisas mostram que as neurominorias enfrentam barreiras para alcançar todo o seu potencial profissional. Portanto, há uma necessidade crescente de insights sobre como um ecossistema de carreira neuro-inclusivo e sustentável pode ser promovido. Este estudo visa esclarecer as práticas baseadas em forças implementadas em organizações para desenvolver ecossistemas de carreira sustentáveis para e com trabalhadores neurodivergentes. Desenho/metodologia/abordagem Este estudo qualitativo é baseado em entrevistas aprofundadas com 31 participantes (ou seja, profissionais de RH, gerentes de linha e funcionários neurodivergentes), grupos de foco de acompanhamento com 12 participantes e uma pesquisa com perguntas abertas. Uma análise temática híbrida foi utilizada para analisar os dados. Resultados Baseando-se na teoria do ecossistema de carreira sustentável e em uma perspectiva baseada em forças, os autores identificam práticas baseadas em forças nos níveis local e societal que contribuem para um ecossistema de carreira neuro-inclusivo e sustentável. No nível local, o (neurodivergente) funcionário, sua equipe, gerente de linha e representantes organizacionais (por exemplo, RH) são atores-chave que implementam práticas que moldam a sustentabilidade da carreira. Influenciando esses atores, é necessária uma infraestrutura de carreira (coaching) baseada em forças para fornecer uma base sólida para as carreiras dos trabalhadores neurodivergentes. No nível societal, os autores encontram apoio para vários fatores institucionais que influenciam os ecossistemas de carreira locais. Originalidade/valor Este estudo chama atenção para práticas baseadas em forças que ajudam funcionários, equipes, gerentes de linha e organizações a aproveitar as forças das neurominorias no trabalho e a criar um ecossistema de carreira sustentável para e com trabalhadores neurodivergentes.
Kersten et al. (Mon,) estudaram esta questão.