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A equidade na alocação de salários é frequentemente avaliada usando raciocínio estatístico. Um princípio comum é que, entre empregados de mérito igual, não deve haver diferenças sistemáticas nas distribuições salariais entre grupos demográficos. Na prática, a informação completa sobre o mérito pode estar ausente. Quando as medidas observadas de mérito são incompletas ou não confiáveis, análises estatísticas que utilizam essas medidas podem ser enganosas. Apresentamos condições teóricas não paramétricas sob as quais evidências de estudos salariais que utilizam medidas de mérito observadas podem fornecer uma base para inferências de equidade. Dois tipos de equidade são definidos, contrastando a equidade em relação ao verdadeiro mérito versus o mérito observado. Modelos de variáveis latentes que foram propostos para uso em estudos de equidade salarial são revisados como casos especiais paramétricos das condições gerais apresentadas. Esses modelos são ilustrados usando dados salariais reais, demonstrando sua especificação como modelos estruturais com médias latentes. Implicações das condições inferenciais para estudos empíricos de equidade salarial são discutidas.
Millsap et al. (Sat,) estudaram essa questão.
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