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A retinopatia diabética (RD) é uma complicação que ameaça a visão tanto do diabetes tipo 1 quanto do tipo 2. O recente sucesso de tratamentos que inibem a função do fator de crescimento endotelial vascular (VEGF) demonstra que a abordagem específica de um fator de crescimento responsável pela permeabilidade vascular e crescimento é um meio eficaz de tratar a disfunção vascular associada à RD, edema e angiogênese. Isso estimulou a pesquisa de alvos terapêuticos alternativos envolvidos no controle da função vascular retinal. No entanto, opções adicionais de tratamento e medidas preventivas ainda são necessárias e essas exigem uma maior compreensão dos mecanismos patológicos que levam à perturbação da homeostase do tecido retinal na RD. Embora a RD severa possa ser tratada como uma doença vascular, dados abundantes sugerem que a inflamação também está ocorrendo na retina diabética. Assim, terapias anti-inflamatórias podem também ser úteis para o tratamento e prevenção da RD. Aqui, a evidência da expressão alterada de fatores angiogênicos e citocinas na RD é revisada e possíveis mecanismos pelos quais a expressão de VEGF e citocinas pode ser aumentada na retina diabética são examinados. Além disso, o papel potencial da ativação microglial na neuroinflamação retinal diabética é explorado.
Steven F. Abcouwer (Terça) estudou essa questão.