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Este estudo analisa a cobertura da mídia tradicional (MT) sobre o discurso de fake news e a compara com usuários de sites de redes sociais (SRS) que fazem referência ao termo “fakenews” em seus tweets. O estudo utiliza métodos computacionais ao analisar mais de 8 milhões de tweets e 1.350 histórias de notícias usando modelagem de tópicos. Baseando-se na teoria do controle (em rede) e no modelo de propaganda de Herman e Chomsky, os resultados mostram que os usuários de SRS seguem práticas de controle em rede, associando principalmente referências de fake news ao suposto viés da MT. Por outro lado, a cobertura da MT tende a ligar as fake news ao papel negativo das SRS na disseminação de desinformação. Argumento aqui que há uma atividade de flak em rede no Twitter, que é definida como uma resposta coletiva negativa à MT, com o objetivo de discipliná-la, mudar seu tom e postura editorial, ou minar a confiança do público nela.
Ahmed Al‐Rawi (Terça-feira,) estudou essa questão.
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