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A planta sessil desenvolveu mecanismos para sobreviver ao "rude e tumultuado" de seu ambiente natural, auxiliada por seu sistema imunológico inato evoluído. A percepção precisa e a resposta rápida aos estímulos de estresse conferem uma vantagem de aptidão à planta contra seus competidores, garantindo maiores chances de sobrevivência e produtividade. As plantas podem "ouvir" dicas químicas voláteis de seus vizinhos estressados e se adaptaram para usar esses sinais aéreos para se preparar para perigos iminentes sem precisar experimentar o estresse real. O papel dos compostos orgânicos voláteis (COVs) na comunicação entre plantas ganhou atenção significativa na última década, particularmente com relação ao potencial dos COVs para preparar plantas não estressadas para respostas de defesa mais robustas a futuros desafios de estresse. A relevância ecológica de tais interações sob vários estresses ambientais tem sido muito debatida, e há uma compreensão incipiente dos mecanismos envolvidos. Esta revisão discute a importância das interações inter-plantas mediadas por COVs sob estresses bióticos e abióticos e destaca o potencial de manipular resultados em sistemas agrícolas para proteção de culturas sustentável por meio de defesa aprimorada. A necessidade de integrar abordagens fisiológicas, bioquímicas e moleculares na compreensão dos mecanismos subjacentes e das vias de sinalização envolvidas na sinalização volátil é enfatizada.
Midzi et al. (Qui,) estudaram essa questão.
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