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O tema principal deste artigo são as barreiras arquitetônicas e as infraestruturas identificadas por estudantes universitários com deficiência. Os dados apresentados fazem parte de um projeto de pesquisa muito mais amplo, patrocinado pelo Ministério da Economia e Competitividade da Espanha. Uma metodologia biográfica-narrativa foi utilizada para este estudo. Os resultados apresentados foram classificados com base em um dos cinco tipos de barreiras: urbanas (barreiras que estão fora do campus universitário), transporte (transporte público e veículos pessoais), edificação (obstáculos dentro dos prédios da universidade), ambiental (aqueles elementos dentro da sala de aula, incluindo móveis, ruído excessivo ou temperaturas inadequadas) e comunicação (estas são divididas em sinalização e barreiras ao acessar informações). Por fim, uma variedade de questões são consideradas nas conclusões, que indicam que as universidades ainda precisam de um certo grau de adaptação e reajuste para realmente serem acessíveis e inclusivas, de acordo com os princípios do design universal.
Moriña et al. (Mon,) estudaram essa questão.