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Um número de mutações já foi demonstrado anteriormente para estabilizar a lisozima T4. Ao combinar até sete dessas mutações na mesma proteína, a temperatura de fusão foi incrementalmente aumentada em até 8,3 graus C a pH 5,4 (delta delta G = 3,6 kcal/mol). Isso mostra que é possível projetar uma proteína de maior termostabilidade combinando uma série de mutações pontuais racionalmente desenhadas. Também é mostrado que essa estabilização é alcançada com apenas pequenas alterações localizadas na estrutura da proteína. Isso é consistente com a observação de que a mudança na estabilidade de cada um dos múltiplos mutantes é, em cada caso, aditiva, ou seja, igual à soma das mudanças de estabilidade associadas com os mutantes individuais constituintes. Uma das sete substituições, Asn116-->Asp, altera um resíduo que participa da ligação ao substrato; não surpreendentemente, causa uma perda significativa na atividade. Ignorando essa mutação, há uma redução gradual na atividade à medida que mais mutações são combinadas.
Zhang et al. (Sun,) estudaram esta questão.