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Este estudo explora processos linguísticos hegemônicos, ou seja, o uso dominante e não reflexivo da língua inglesa na produção de relatos de conhecimento textual. Os autores veem a produção de conhecimento em gestão como situada em locais centrais ou periféricos, que eles examinam sob uma perspectiva da língua inglesa. A investigação é baseada em um estudo empírico fundamentado nas perspectivas de 33 acadêmicos de gestão (não falantes da língua inglesa) em locais (semi) periféricos, que precisam gerar e disseminar conhecimento em e através da língua inglesa. Embora a hegemonia do centro no processo de produção de conhecimento tenha sido reconhecida há muito tempo, a contribuição específica deste estudo é explorar como a língua inglesa opera como parte do "complexo ideológico" que produz e mantém essa hegemonia, bem como como essa hegemonia se manifesta no nível local das práticas de publicação em escolas de negócios e gestão localizadas na periferia.
Tietze et al. (Mon,) estudaram essa questão.
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