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Episódios históricos de poluição do ar na década de 1950 levaram a aumentos agudos na mortalidade infantil, e alguns estudos epidemiológicos recentes sugerem que a mortalidade infantil ou infantil pode ainda resultar da poluição do ar em níveis atuais. Para investigar as evidências de tal associação, realizamos um estudo de séries temporais sobre mortalidade infantil na parte sudoeste da Cidade do México nos anos de 1993 a 1995, utilizando dados de mortalidade de registros de óbito e medições de poluição do ar de uma estação de monitoramento que operamos. A mortalidade infantil em excesso estava associada ao nível de partículas finas nos dias anteriores ao óbito, com a associação mais forte observada para a concentração média de partículas finas durante o período de 3 a 5 dias anteriores: um aumento de 10 microg m(-3) no nível médio de partículas finas durante esses 3 dias estava associado a um excesso de 6,9% de mortes infantis (intervalo de confiança de 95% 2,5-11,3%). A mortalidade infantil também estava associada aos níveis de dióxido de nitrogênio e ozônio de 3 a 5 dias antes da morte, mas não de forma tão consistente quanto com as partículas.
&NA; (1999) estudou esta questão.
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