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As variações de susceptibilidade magnética devido à presença de ferro em tecido neural podem resultar em um deslocamento da frequência de ressonância local, diminuição do T2 resultante da difusão de água através de gradientes de campo locais e alargamento de linha devido à inhomogeneidade do campo dentro de um voxel. Neste estudo, sequências de pulso de contraste de fase de eco de spin modificadas foram utilizadas para mapear as larguras das linhas de ressonância do próton em pH e in vivo. Em géis de agar contendo concentrações variadas de Fe3O4 (magnetita), os mecanismos de alargamento de linha permitiram a localização espacial precisa dos depósitos de ferro a partir da medição das larguras das linhas de ressonância locais. Além disso, as larguras de linha estimadas a partir dos dados foram fortemente correlacionadas com as concentrações de ferro, indicando as potenciais aplicações quantitativas do método. A técnica foi aplicada clinicamente para mapear ferro em hemorragias cerebrais subagudas. Esses dados sugerem que as larguras das linhas de ressonância podem ser uma medida útil do conteúdo de ferro no cérebro.
Wismer et al. (Tue,) estudaram essa questão.