Key points are not available for this paper at this time.
As operações fundamentais da imagem por ressonância magnética nuclear (RMN) podem ser formuladas, para um grande número de métodos, como amostragem da distribuição do objeto no domínio de frequência espacial de Fourier, seguida pelo processamento dos dados digitalizados (muitas vezes simplesmente por transformação de Fourier) para produzir uma imagem digital. Nos métodos, que incluem reconstrução a partir de projeções, imagem de Fourier, imagem de distorção de spin e imagem em plano de eco, campos de gradiente controláveis determinam os pontos no domínio de frequência espacial que são amostrados em qualquer momento durante a aquisição de dados (o decaimento por indução livre, ou FID). A dependência do tempo da trajetória resultante de pontos amostrados (a trajetória k) determina o peso relativo e a precisão com que as informações da imagem em cada frequência espacial são medidas, estabelecendo limitações teóricas na qualidade da imagem que pode ser alcançada com um determinado método de imagem. Demonstramos aqui que essas considerações podem ser usadas para comparar as capacidades teóricas dos métodos de imagem por RMN e para derivar novos métodos de imagem com propriedades teóricas de imagem ótimas.
Donald B. Twieg (qui,) estudou esta questão.