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Com a proliferação da pesquisa sobre câncer baseada em grandes bancos de dados, o desalinhamento entre questões de pesquisa e as capacidades dos conjuntos de dados é inevitável. Os bancos de dados mantidos nacionalmente são atraentes para pesquisadores de câncer devido à facilidade de acesso a grandes quantidades de dados de pacientes disponíveis para análise e estimativa de risco. Os conjuntos de dados comumente utilizados na pesquisa sobre câncer incluem o Banco Nacional de Dados do Câncer, o programa SEER (Vigilância, Epidemiologia e Resultados Finais) do Instituto Nacional do Câncer, o banco de dados SEER-Medicare, o Programa Nacional de Melhoria da Qualidade Cirúrgica do Colégio Americano de Cirurgiões, e os bancos de dados do Healthcare Cost and Utilization Project, entre outros. Cada conjunto de dados tem prós e contras com relação à disponibilidade de variáveis e à capacidade de analisar resultados específicos do câncer. É crítico que os pesquisadores entendam as forças e limitações de cada banco de dados. Mudanças nas definições de variáveis, a duração da coleta de dados pós-operatórios e a disponibilidade de desfechos relatados pelos pacientes ou dados de determinantes sociais da saúde são exemplos de fatores que os pesquisadores devem considerar ao selecionar um conjunto de dados para fins de pesquisa. Para a revisão atual, os autores resumiram as vantagens e desvantagens de vários conjuntos de dados nacionais para estudos de coorte em populações com câncer.
Martin et al. (Mon,) estudaram essa questão.
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