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Para examinar as influências da idade, gênero e nível habitual de atividade física na composição do músculo esquelético humano, desenvolvemos um método relativamente simples de ressonância magnética para a quantificação do conteúdo contrátil e não contrátil do compartimento anterior da perna. Estudamos 23 adultos jovens (11 mulheres e 12 homens, com 26-44 anos) e 21 adultos mais velhos (10 mulheres e 11 homens, com 65-83 anos) saudáveis. A análise foi feita por meio de ANOVA de dois fatores (idade, gênero). A atividade física, quantificada por meio de um acelerômetro tridimensional usado na cintura durante 1 semana, não apresentou diferença entre os grupos. Os homens tinham áreas de seção transversal contrátil e não contrátil (cm(2)) maiores do que as mulheres, sem efeito de gênero na porcentagem da área não contrátil. Os sujeitos jovens apresentaram áreas contráteis maiores e áreas não contráteis absolutas (cm(2)) e relativas (percentual total) menores do que os sujeitos mais velhos. Houve uma relação linear significativa entre a atividade física e a porcentagem da área não contrátil em adultos mais velhos (r = -0,68, P = 0,002), mas não em sujeitos jovens. Esses dados demonstram um aumento de mais de duas vezes no conteúdo não contrátil dos músculos locomotores em adultos mais velhos e fornecem apoio novo para a atividade física como moduladora dessa mudança relacionada à idade na composição muscular.
Kent‐Braun et al. (Terça-feira,) estudaram essa questão.