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Cistos pancreáticos incidentais são comumente encontrados, com alguns cistos apresentando potencial maligno. Os neoplasmas císticos pancreáticos mais comuns incluem cistadenoma seroso, neoplasma cístico mucinoso e neoplasma mucinoso papilar intraductal. Estratificar o risco dos cistos pancreáticos é importante para decidir se os pacientes podem se beneficiar de ultrassonografia endoscópica (EUS) ou ressecção cirúrgica. A cirurgia deve ser reservada para pacientes com cistos malignos ou cistos com alto risco de desenvolver malignidade, conforme sugerido por várias características de risco, incluindo massa sólida, nódulo e dilatação do ducto pancreático principal. A EUS pode complementar as descobertas da ressonância magnética para cistos que permanecem indeterminados ou têm características preocupantes nas imagens. Vários marcadores no fluido cístico, incluindo antígeno carcinoembrionário, glicose, amilase, citologia e marcadores de DNA, ajudam a distinguir cistos mucinosos de cistos não mucinosos. Esta revisão orientará o gastroenterologista praticante sobre como avaliar cistos pancreáticos incidentais e quando considerar a referência para EUS ou cirurgia. Para cistos presumidamente de baixo risco, estratégias de vigilância serão discutidas. O manejo de cistos pancreáticos requer uma abordagem individualizada orientada pelas várias diretrizes.
Linda Lee (Qui,) estudou essa questão.
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