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Resumo Este artigo oferece uma análise e crítica neorrealista das noções liberal-idealistas da UE como um poder ‘normativo’ ou ‘civil’. Argumenta que a teoria do realismo estrutural pode lançar uma luz considerável sobre a emergência, desenvolvimento e natureza da cooperação da política externa e de segurança da UE. Em contraste com a abordagem reducionista e explicitamente normativa do liberal-idealismo sobre a UE como um ator internacional, o realismo estrutural enfatiza os determinantes sistêmicos da política externa e de segurança da UE. Destaca a importância da bipolaridade para a emergência da CEE/PCS e argumenta que o desenvolvimento da PSDC é uma função das mudanças sistêmicas na distribuição estrutural de poder. Isso criou um mundo unipolar e uma Europa multipolar. Nesse contexto, a UE é utilizada pelos seus Estados-membros como um instrumento coletivo para moldar seu ambiente externo por meio de uma combinação de poder duro e poder brando.
Adrian Hyde‐Price (Sex,) estudou esta questão.