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FUNDAMENTO: As coletas e transfusões de sangue nos Estados Unidos em 1994 foram medidas e comparadas com as de 1992. DESENHO DO ESTUDO E MÉTODOS: Questionários de pesquisa completos foram retornados por todos os 147 centros regionais de sangue, 1340 hospitais membros da American Association of Blood Banks (AABB) e 523 hospitais não-AABB. Testes estatísticos verificaram a representatividade da amostra. RESULTADOS: O suprimento doméstico de sangue dos Estados Unidos em 1994 (13.340.000 unidades) foi 3,3 por cento menor do que em 1992. Incluía sangue alogênico (11.773.000 unidades), sangue autólogo (1.013.000 unidades) e doações direcionadas (334.000 unidades). Destas, 432.000 unidades foram rejeitadas nos testes, 11.107.000 unidades foram transfundidas para 3.398.000 pacientes, e 1.801.000 unidades foram descartadas ou não contabilizadas. As transfusões de plaquetas totalizaram 7.866.000 unidades. Em comparação com os totais de 1992, as transfusões de plaquetas de doador único (714.000 pacotes ou 4.284.000 unidades) aumentaram em 17,6 por cento, enquanto as transfusões de concentrados de plaquetas (3.582.000 unidades) caíram em 23,6 por cento. As transfusões de plasma fresco congelado (2.621.000 unidades) aumentaram em 16,2 por cento em relação ao número de 1992. CONCLUSÕES: A taxa de coleta de sangue nos EUA em 1994 foi de 74,6 unidades por 1000 habitantes em idade de doador, o nível mais baixo registrado desde 1971. A taxa de transfusão de RBCs nos EUA em 1994 foi de 42,8 unidades por 1000 habitantes, aproximadamente a mesma de 1979. As transfusões de plaquetas de doador único, 16,5 unidades por 1000 habitantes, superaram as transfusões de concentrado de plaquetas (13,8/1000) pela primeira vez. As transfusões de plasma foram de 10,1 unidades por 1000 habitantes. O suprimento de sangue dos EUA em 1994 foi adequado para atender à demanda dos pacientes.
Wallace et al. (Quarta,) estudaram essa questão.