Key points are not available for this paper at this time.
O objetivo deste estudo é duplo: (1) comparar avaliações de estresse, estratégias de enfrentamento, recursos sociais e burnout no trabalho entre assistentes sociais, psicólogos e enfermeiros; e (2) avaliar a eficácia das avaliações e do apoio na redução do burnout e no aprimoramento de estratégias de enfrentamento eficazes. Questionários contendo avaliações de estresse no trabalho, estratégias de enfrentamento utilizadas para lidar com problemas no trabalho e apoio social no trabalho, bem como medidas de burnout de exaustão, despersonalização e realização, foram completados por 249 profissionais do sexo feminino (faixa etária de 25-61 anos). Nenhuma diferença foi observada entre as três profissões na maioria das medidas psicológicas, exceto pelo resultado de despersonalização do burnout, que foi significativamente menor entre os psicólogos do que entre enfermeiros ou assistentes sociais. Uma alta avaliação de desafio/controle do trabalho esteve diretamente relacionada a todos os resultados de burnout, contribuindo para menos exaustão e despersonalização e para mais realização pessoal. A avaliação de desafio/controle também foi negativamente associada ao enfrentamento focado na emoção. Em comparação, a avaliação de estresse/carga contribuiu para mais exaustão no trabalho, enquanto o enfrentamento focado na emoção contribuiu para maior despersonalização. O apoio social foi associado a uma maior avaliação de desafio/controle, sendo que esta última mediou os efeitos do apoio no burnout. Esses dados sugerem que a percepção de desafio/controle no trabalho pode ser um fator importante na prevenção do burnout ocupacional nas três profissões testadas no estudo.
Ben‐Zur et al. (Mon,) estudaram essa questão.
Synapse has enriched 5 closely related papers on similar clinical questions. Consider them for comparative context: