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As metodologias de desenvolvimento ágil têm sido amplamente empregadas na indústria de software, onde têm demonstrado resultados positivos. Mas essas novas métodos, com suas novas ferramentas como sprints, scrums, gráficos de burndown e backlogs, podem realmente ser integrados com a abordagem tradicional e popular Stage‐Gate e, em seguida, aplicados a produtos físicos? Evidências iniciais, mas limitadas, sugerem que sim: empresas de TI maiores já integraram Agile e Stage‐Gate e obtiveram os benefícios de ambas as abordagens; e mais recentemente, um punhado de empresas de manufatura empregou esse modelo híbrido Ágil–Stage‐Gate para novos produtos físicos. E se as evidências recentes podem ser confiáveis, essa nova abordagem promete ser a mudança mais significativa em nosso pensamento sobre como o desenvolvimento de novos produtos deve ser feito desde a introdução dos sistemas de gating populares de hoje, há 30 anos. Os benefícios deste modelo híbrido são uma resposta mais rápida e adaptável às necessidades dos clientes em mudança, melhor integração da voz do cliente, melhor comunicação da equipe, produtividade de desenvolvimento aprimorada e mais rápido ao mercado. Um exemplo de caso de uma empresa de brinquedos, a LEGO, é fornecido como ilustração. Mas também existem aspectos negativos, e além disso, os fabricantes devem fazer modificações no Agile para adotá-lo com sucesso. Embora os resultados iniciais pareçam promissores, muitas pesquisas são necessárias para explorar esse novo modelo híbrido Ágil–Stage‐Gate, e muitos desafios de pesquisa permanecem.
Cooper et al. (Qui,) estudaram essa questão.