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O presente estudo explorou preditores de personalidade e ambientais do desenvolvimento da empatia em crianças pequenas, assim como as relações da empatia com o comportamento pró-social entre pares em uma idade posterior. Como as crianças gerenciam suas próprias emoções e comportamentos quando estão sob estresse—sua resiliência do ego—espera-se que afete suas respostas às emoções dos outros. Além disso, experiências de socialização, como a qualidade dos comportamentos parentais, têm sido associadas a diferenças individuais na resposta relacionada à empatia. Examinamos se as práticas de socialização emocional das mães e a resiliência do ego das crianças aos 18 meses previam níveis iniciais e mudança na empatia em cinco momentos (24, 30, 42, 48 e 54 meses; N = 242), e se a empatia, por sua vez, previa o comportamento pró-social com pares aos 72/84 meses de idade. A resiliência do ego e o encorajamento expressivo das mães previram de forma única o ponto de interceptação da empatia. A empatia dos meninos foi menor do que a das meninas, mas melhorou mais com a idade. Os níveis iniciais e o crescimento da empatia previram positivamente o comportamento pró-social posterior. A resiliência do ego das crianças previu a inclinação da empatia com quase significância (p = .054). Também encontramos que o ponto de interceptação da empatia mediou a relação entre a resiliência do ego e o comportamento pró-social, assim como a relação entre o encorajamento expressivo das mães e o comportamento pró-social. Esses achados sugerem que tanto as características parentais quanto de personalidade são relevantes para o desenvolvimento da empatia durante a primeira infância e podem contribuir para o comportamento pró-social posterior das crianças com os pares.
Taylor et al. (Terç,) estudaram essa questão.