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Uma motivação básica para a vida social e cultural é o problema da morte. Ao analisar as experiências de pessoas em processo de morte e enlutadas, bem como as respostas institucionais à morte, Clive Seale mostra sua importância para entender o lugar da corporeidade na vida social. Ele se baseia em uma revisão abrangente de estudos sociológicos, antropológicos e históricos, incluindo sua própria pesquisa, para demonstrar a grande variabilidade que existe nas construções sociais humanas para gerenciar a mortalidade. Longe de viver em uma sociedade 'que nega a morte', pessoas em processo de morte e enlutadas na cultura contemporânea são frequentemente capazes de afirmar a pertença a uma comunidade imaginada, por meio da reconstrução narrativa da biografia pessoal, contando com uma variedade de roteiros culturais provenientes da medicina, psicologia, mídia e outras fontes. Esses insights são usados para argumentar que a manutenção do vínculo social humano diante da morte é uma prática ressuscitadora contínua, permeando a vida cotidiana.
Weiss et al. (Qui,) estudaram essa questão.