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Os inibidores de checkpoint imunológico (ICIs) contribuíram significativamente para o tratamento de vários tipos de câncer, incluindo câncer de pele. No entanto, nem todos os pacientes respondem; alguns pacientes não respondem de maneira alguma (resistência primária), enquanto outros têm recorrência após a resposta inicial (resistência adquirida). Portanto, superar a resistência aos ICIs é uma prioridade urgente. Mecanismos de resistência aos ICIs foram relatados. Eles parecem ser bastante complexos, variando de paciente para paciente. No entanto, a maioria envolve processos de ativação de células T, especialmente no microambiente tumoral (TME). Os ICIs exercem seus efeitos no TME reativando células T suprimidas por meio da inibição de moléculas de checkpoint imunológico, como o antígeno-4 das células T citotóxicas (CTLA-4) e a proteína 1 de morte celular programada (PD-1). Assim, esta revisão foca nos mecanismos de resistência com base no processo de ativação de células T. Aqui, classificamos os principais mecanismos de resistência aos ICIs em três categorias com base em (1) reconhecimento de antígenos, (2) migração e infiltração de células T e (3) funções efetoras das células T. Ao identificar e entender esses mecanismos de resistência individualmente, incluindo mecanismos desconhecidos, buscamos contribuir para o desenvolvimento de novos tratamentos para superar a resistência aos ICIs.
Kawashima et al. (Mon,) estudaram essa questão.
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