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Modificações epigenéticas, como acetilação, fosforilação, metilação, ubiquitinação e ribosilação de ADP, das histonas nucleares altamente conservadas, H2A, H2B, H3 e H4, influenciam o potencial genético do DNA. O enorme potencial regulatório da modificação de histonas é ilustrado na vasta gama de marcadores epigenéticos encontrados em todo o genoma. Mais do que os outros tipos de modificação de histonas, a acetilação e a metilação de resíduos específicos de lisina nas caudas N-terminais das histonas são fundamentais para a formação de domínios de cromatina, como euchromatina e heterocromatina facultativa e constitutiva. Além disso, a modificação de histonas pode causar uma região de cromatina passar por compartimentalização nuclear e, como tal, marcadores epigenéticos específicos não são distribuídos de maneira aleatória dentro dos núcleos em interfase. Nesta revisão, resumimos os princípios por trás da compartimentalização epigenética e as consequências funcionais do arranjo da cromatina dentro dos núcleos em interfase.
Bártová et al. (Mon,) estudaram esta questão.