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A proteína de ligação do fator de crescimento semelhante à insulina-3 (IGFBP-3), a principal proteína transportadora circulante para IGFs, também é ativa no ambiente celular como um potente agente antiproliferativo. Ela parece funcionar tanto por bloqueio do ciclo celular quanto pela indução de apoptose. A transfecção de células de câncer de mama T47D negativas para p53 para expressar IGFBP-3 leva à indução da proteína apoptótica bax e a um aumento na sensibilidade à radiação ionizante. A IGFBP-3 pode ser transportada para o núcleo por um mecanismo mediado por importina beta, onde foi mostrado que interage com o receptor retinoide X alfa e possivelmente outros elementos nucleares. A expressão do ras oncogênico está associada à resistência à IGFBP-3 exógena, o efeito sendo reversível pela inibição da fosforilação da quinase ativada por mitógeno (MAP). A sinalização antiproliferativa da IGFBP-3 aparenta exigir um caminho de sinalização ativo do fator de crescimento transformador beta (TGF-beta), e a IGFBP-3 estimula a fosforilação dos intermediários de sinalização do TGF-beta, Smad2 e Smad3. Essas descobertas recentes apontam todas para um modo de ação intracelular complexo da IGFBP-3, que precisará ser melhor compreendido se os tratamentos anticâncer forem aproveitar a atividade antiproliferativa da IGFBP-3.
Robert C. Baxter (Sex,) estudou esta questão.