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A ativação e o desenvolvimento de uma resposta imune adaptativa são iniciados pelo engajamento de um receptor de antígeno de células T por um complexo peptídico-antígeno-MHC. O resultado desse engajamento é determinado tanto por sinais positivos quanto negativos, costimulação e coinibição, gerados principalmente pela interação entre a família B7 e sua família de receptores CD28. A importância da costimulação e coinibição de células T no controle das respostas imunes é explorada pelos tumores como vias de evasão imune. A ausência da expressão de moléculas B7 costimulatórias torna os tumores invisíveis ao sistema imunológico, enquanto a expressão aumentada de moléculas B7 inibitórias os protege da destruição eficaz por células T. Portanto, a manipulação dessas vias é crucial para o desenvolvimento de imunoterapia tumoral eficaz. A tradução do nosso conhecimento básico sobre costimulação e coinibição em ensaios clínicos iniciais mostrou considerável promessa.
Zang et al. (Sat,) estudaram essa questão.