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Recentemente, vimos um surgimento de Displays Montados na Cabeça (HMD) acessíveis, como o Oculus Rift, HTC Vive e o PS4 Project Morpheus, que permitem aos usuários experimentar a realidade virtual (VR) em 3D. Esses tipos de hardware visam facilitar novas e inovadoras experiências para os usuários além do que é possível com displays audiovisuais tradicionais. No entanto, existe um número muito limitado de estudos na literatura para determinar a influência dessas tecnologias na Qualidade da Experiência do usuário (QoE). Para avaliar a QoE enquanto os usuários consomem conteúdo VR, este artigo propõe o uso de eletrônicos de consumo acessíveis para capturar métricas fisiológicas objetivas: Frequência Cardíaca (HR) e Atividade Eletrodermal (EDA). Nossas descobertas indicam diferentes HR e EDA dependendo de ambientes VR e não-VR. Além disso, examinamos a relação entre essas métricas objetivas e a QoE do usuário capturada através de um questionário pós-teste. Na melhor das hipóteses, este é o primeiro trabalho que demonstra uma relação tangível entre a combinação EDA/HR e a QoE do usuário em ambientes imersivos de VR.
Egan et al. (Quarta-feira) estudaram esta questão.
Synapse has enriched 5 closely related papers on similar clinical questions. Consider them for comparative context: