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A reação em cadeia da polimerase aninhada (nPCR) demonstrou a presença de DNA específico de Chlamydia pneumoniae em células mononucleares do sangue periférico (PBMC). Amostras de PBMC foram obtidas de 103 pacientes consecutivos (62 homens, 41 mulheres) com idades entre 22-85 anos (média, 64) admitidos para angiografia coronária devido a suspeita de doença coronariana, e de 52 doadores de sangue (43 homens, 9 mulheres) com idades entre 40-64 anos (média, 49). Dos 101 pacientes avaliáveis, 60 (59%) foram identificados pelo ensaio nPCR como portadores de DNA de C. pneumoniae; a sorologia por microimunofluorescência (MIF) específica para C. pneumoniae confirmou a exposição ao microrganismo em 57 (95%) dos 60 pacientes positivos para nPCR. Entre os 52 doadores de sangue, o ensaio nPCR identificou 24 (46%) portadores de DNA de C. pneumoniae, todos os quais testaram positivo na sorologia específica de C. pneumoniae. Trinta e dois pacientes (32%) e 23 doadores de sangue (44%) foram positivos para anticorpos MIF, mas repetidamente negativos para nPCR; anticorpos específicos contra Bartonella henselae ou Bartonella quintana não foram detectados entre esses sujeitos. Neste estudo, o DNA de C. pneumoniae foi comum nas PBMC de pacientes com doença coronariana e em doadores de sangue de meia idade.
Boman et al. (Quarta-feira,) estudaram esta questão.
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