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FUNDAMENTOS: A aparência física influencia quase todos os aspectos da vida humana, impactando como as pessoas são julgadas e, subsequentemente, tratadas por outras. OBJETIVO: Resumir a literatura que aborda o impacto psicossocial das cicatrizes faciais, com ênfase particular nas cicatrizes após o tratamento do câncer de pele. MATERIAIS E MÉTODOS: Foi realizada uma busca abrangente no PubMed para encontrar artigos relacionados a cicatrizes e aparência nos contextos de oncologia cutânea e reconstrução cirúrgica. Referências dos artigos recuperados também foram consideradas para revisão. RESULTADOS: Cicatrizes, especialmente na cabeça e pescoço, alteram a aparência física e podem impactar negativamente o funcionamento psicossocial. Profissionais de saúde podem subestimar a importância da aparência física para pacientes com câncer de pele. Ferramentas de resultado relatadas por pacientes (PRO) validadas podem provar ser melhores do que as avaliações objetivas de cicatrizes para identificar pacientes que possam experimentar comprometimento psicossocial devido às cicatrizes. CONCLUSÃO: Cicatrizes após cirurgia de câncer de pele podem afetar profundamente o funcionamento psicossocial. O uso perioperatório de ferramentas PRO validadas pode ajudar a identificar pacientes com preocupações em relação às cicatrizes. Uma maior conscientização sobre o estado psicossocial dos pacientes permitirá que os profissionais ofereçam orientações ou apoio adequados.
Sobanko et al. (Sun,) estudaram essa questão.
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